Hoje, durante o treino de escrita, me peguei pensando…
E se?
E se eu fosse uma escritora…
e minhas palavras realmente tocassem as pessoas?
Tipo… de verdade.
A ponto delas quererem ler mais… interagir… voltar.
E se isso não fosse só um pensamento…
mas algo real?
E se escrever fosse a minha profissão?
Comecei a imaginar…
Esses dias estou lendo Dinheiro Atrai Dinheiro, e lá tem um exercício chamado “E se…”.
E foi meio que seguindo isso que comecei a pensar assim.
E se eu escrevesse sobre consciência, esperança, autocuidado da mente…
e, ao compartilhar minhas experiências, isso ajudasse outras pessoas também?
E se o meu blog começasse a crescer…
não por esforço forçado…
mas porque as pessoas se identificam e compartilham?
E se tudo começasse a fluir naturalmente?
E se o dinheiro viesse como consequência…
de algo que eu faço com verdade?
E se eu pudesse trabalhar de casa…
no meu ritmo…
fazendo algo que eu realmente gosto?
Seria o sonho da minha vida.
E o mais estranho é que…
só de imaginar isso…
eu já me sinto diferente.
Mais leve.
Mais animada.
Quase como se fosse possível.
Talvez o “e se” não seja só uma imaginação.
Talvez seja uma forma de me permitir enxergar possibilidades
que eu normalmente cortaria antes mesmo de tentar.
E se…
for por aqui?
Talvez a gente subestime o poder de imaginar…
Você já percebeu como um simples “e se” pode mudar o que você sente?




