Hoje percebi que ando com a autoestima um pouco baixa…
e, curiosamente, o motivo foram fotos e vídeos recentes.
Isso me fez pensar em algo que já venho notando há um tempo:
no dia a dia, eu quase não tiro fotos e nem fico me olhando no espelho.
Mas, mesmo assim, me sinto leve… às vezes até jovem e bonita.
Quando me arrumo para sair, gosto do que vejo.
Me sinto bem.
Mas aí vem uma foto… ou um espelho diferente…
e parece outra pessoa.
E a sensação é completamente oposta.
Isso me confundiu.
Como posso me sentir de um jeito…
e me ver de outro?
Em uma conversa, ouvi algo que fez muito sentido…
que uma foto não é a verdade sobre mim.
É só um frame… um instante congelado.
Mas aí veio algo ainda mais forte pra mim.
E se a forma como eu me sinto…
for mais verdadeira do que aquilo que eu vejo?
Porque no fundo, eu sei como eu me sinto.
E essa sensação não vem de fora.
Ela vem de um lugar mais profundo…
de quem eu realmente sou.
Lembrei também de um ensinamento que já tinha ouvido antes…
que existe um jeito de se olhar com mais amor.
Como se fosse um olhar mais puro… mais verdadeiro…
quase como o olhar de uma mãe.
Ou talvez… o olhar do meu próprio ser interior.
Aquele que não julga…
não distorce…
não diminui.
Talvez o desafio não seja mudar o que eu vejo…
mas aprender, aos poucos, a confiar mais nesse olhar de dentro.
Os olhos da alma.
Você também já se sentiu assim?
De um jeito por dentro… e completamente diferente nas fotos?
Se fizer sentido pra você, me conta nos comentários




